Tuesday, November 11, 2008
Friday, November 07, 2008
Será que já não vou a tempo de aprender...
...tanto tempo depois do diagnóstico ainda não consegui curar a minha incapacidade de dizer não.
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lenca
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7.11.08
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Labels: Ler Depressa
Modernices...ou não.
Sempre muito curiosa em relação a tudo o que me rodeia resolvi ir experimentar uma novidade: a homeopatia. Achei que não se perdia nada (quer dizer...há sempre os 50€ da consulta) e que talvez ainda saísse de lá surpreendida.Para começar, logo assim à entrada, uma fotografia à íris que parece que é quase capaz de fazer um diagnóstico da nossa vida. E não é que parece que sim. Foi assim que, 31 anos e alguns meses depois descobri que demorei a nascer, mais de um dia, e que fui auxiliada por ventosas. Ele diz que esse momento marcou-me e reflecte-se no que eu sou hoje eu acho que talvez já fosse destinada a ser assim.
E portanto, para quem se julga capaz de ler a íris, aqui estou, na minha essência.
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lenca
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7.11.08
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Labels: Não se importa de repetir?
Thursday, November 06, 2008
Fantasias
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Anonymous
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6.11.08
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Um pouquinho antecipado. Parece-me....
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lenca
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6.11.08
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Labels: Queres ver que descobriu a roda?
Wednesday, October 29, 2008
Arco-iris
Esta manhã estava sol e estava chuva. Antes que eu pudesse começar a resmungar porque "logo hoje que vim de sapatos abertos e que tenho de andar tanto na rua está a chover", olhei para o céu e estava o arco-iris mais perfeito que vi até hoje... sei que isto é uma completa banalidade (dah! é o que acontece quando está sol e chuva... novidade...) mas comecei o dia com a sensação que há sempre um equilíbrio e que às vezes temos de passar por uma "chuvada na cabeça" para podermos apreciar algo de bom...
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29.10.08
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Tuesday, October 28, 2008
Chocolate ou prozac?
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28.10.08
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Compras ou prozac?
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Eu vi um sapo...
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Monday, October 27, 2008
Crenças "alternativas"
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27.10.08
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Estou de volta... faltas tu, Lenca!
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Wednesday, October 08, 2008
Wednesday, October 01, 2008
Let´s go to the Oscars

Ficção invadida pelo documentário, seria a história de um pai, a filha e o primo dela, músicos de uma banda de música popular a tocar pelas aldeias do Portugal profundo, em que imigrantes regressados à terra se cruzam com populares, entre festa e baile, cerveja, jogos e caçadas, durante o quente mês de Agosto.
Acordei hoje com a notícia de que o filme português Aquele Querido Mês de Agosto poderá vir a ser nomeado para os Oscars.
Fui ver o filme precisamente no mês de Agosto e gostei muito da interacção criada pelo realizador Miguel Gomes entre a ficção e a realidade. É o país profundo que no meio rural vive no mês de Agosto a euforia do reencontro entre os que partiram em busca de uma vida melhor e os que ficaram para trás agarrados à terra. Protagonizado (quase na íntegra) por actores amadores, o filme conta todos os passos que foram dados nessa escolha mas também dá a palavra às pessoas reais que serviram de inspiração (curioso que muitas vezes o real parece a ficção mas não, é mesmo real).
Um pouco longo, 150 minutos, vale no entanto o tempo aplicado.
Agora é torcer para que possamos ver o Miguel Gomes e os actores improvisados a pisar a passadeira vermelha!
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lenca
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1.10.08
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Tuesday, September 30, 2008
Friday, September 19, 2008
E ainda há quem diga que não são importantes (V)...
Love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love, love,...
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lenca
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19.9.08
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Tuesday, September 16, 2008
Perfeição
Lembro-me que me recomendaram o Expiação de Ian Mc Ewan há muito tempo, referindo que era um dos melhores livros do autor. Comprei-o logo que o encontrei mas demorei seguramente mais de 2 anos para o ler. Aparecia sempre outro livro que lhe tomava o lugar na fila. Decidi-me finalmente a lê-lo quando anunciaram o filme e eu, não querendo ver antes de ler, apressei-me a devorá-lo.Tudo isto para falar no vestido que Cecília (Keira Knightley) usa no jantar. Acho que foi um daqueles momentos do livro que foi passado na perfeição para a imagem. E mesmo só em fotografia, estática, parada, tudo ganha sentido.
Não sei se não será assim a perfeição.
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lenca
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16.9.08
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Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre O´Neill
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lenca
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Labels: A poesia conta a vida
Eu sei, eu sei, eu sei....
E acreditem que a dizer reinterpretação eu estou a ser generosa.
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lenca
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Labels: re"tugla"mação









